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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

Notas para uma agenda de pesquisa sobre as arenas burocráticas nas políticas curriculares

Elizabeth Macedo e Flavia Monteiro de Barros Araújo

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Resumo

O estudo apresenta reflexões de caráter teórico e metodológico que visam contribuir para a análise da burocracia atuante na administração educacional como locus de produção das políticas. Assinala-se que, enquanto no campo da ciência política brasileira, as análises acerca do fenômeno burocrático possuem tradição, há certa lacuna no que tange ao exame do corpo de funcionários atuantes em secretarias de educação. Estas instâncias são responsáveis pela gestão dos sistemas públicos de ensino, desempenhando importante mediação na produção de políticas curriculares. O objetivo do texto é enfatizar a dimensão política e o caráter contingente que caracterizam muitas das decisões em matéria de política curricular. Para tanto, recuperam-se algumas abordagens acerca do fenômeno burocrático propostas na literatura, focalizando-se as perspectivas que enfatizaram este espaço social como orientado por pressupostos técnicos e a contribuição de autores que ressaltam a dimensão política da vida organizacional. Com base nas teorizações de Laclau e Mouffe, assinala-se que, neste contexto caracterizado pela imprevisibilidade e fragmentação de posições, as decisões sobre a educação são construídas e executadas.

 

 

 
 
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