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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

Repensando o sujeito da práxis

Noah de Lissovoy

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Resumo

O surgimento de uma economia e cultura global significa que os teóricos críticos e os ativistas em educação e de movimentos sociais precisam pensar para além do âmbito do nacional. Além disso, os teóricos devem considerar como os movimentos sociais emergentes de oposição ao neoliberalismo e ao neo-imperialismo podem, em termos teóricos e práticos, ser interligados e também vinculados a lutas tradicionais da classe trabalhadora contra a exploração. Este artigo considera qual concepção de sujeito oposicionista global pode servir de ligação entre essas várias formas de resistência. Neste sentido, este trabalho explora a utilidade e as limitações de duas diferentes abordagens à teoria e ação radical hoje: a conceitualização de Paulo Freire da práxis na educação e na sociedade em termos da luta entre “opressor” e “oprimido”, e o conceito de Michael Hardt e Antonio Negri de “multidão” como denominação de um sujeito democrático global. Baseando-me nessa investigação, proponho meu próprio sistema para entender o movimento oposicionista no contexto da globalização. Esse sistema original vê a territorialização e a contextualidade [situatedness], no âmbito global, como conteúdo fundamental de uma identificação de classe revolucionária.

 

 

 
 
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