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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

A transversalidade e a construção de novas subjetividades pelo currículo escolar

Virgínia Coeli Bueno de Queiroz Matias

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Resumo

Este trabalho pretende discutir o currículo como um dos componentes importantes na produção de novas subjetividades no mundo contemporâneo. Para tal, partiu-se do referencial do campo do Currículo e da Esquizoanálise, como um movimento teórico eminentemente revolucionário, que não se limita a uma crítica, mas remete-se a intervenções no campo social, político e cultural num processo de produção desejante sem hierarquias. Sendo assim, a Esquizonálise ajuda-nos a pensar para além de um currículo uno, universal, em currículos-devires não-discriminátorios e não-excludentes, capazes de produzir uma escola que trabalhe e potencialize as diferenças. Neste estudo, o Currículo Escolar foi abordado numa perspectiva que ultrapassa as simples narrativas, para focalizar os processos de produção, considerados em toda a sua complexidade e heterogeneidade. Sendo assim, tornou-se inevitável a apropriação da idéia da transversalidade de Guattari, como uma estratégia de abordagem das diferentes instâncias individuais, coletivas e institucionais que se afirmam na produção de novas subjetividades que, cada vez mais, se apresentam plurais e polifônicas. O currículo escolar, um dos elementos constitutivos dessa construção, supera visões reducionistas, para se afirmar como uma produção que passa a incorporar, também, os conhecimentos construídos que vão se organizando, continuamente, fazendo-se atravessar pela sensibilidade e por óticas diversas, superando lógicas binárias.

 

 

 
 
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