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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

Culturas juvenis, cotidianos e currículos

Aldo Victorio Filho e Aristóteles de Paula Berino

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Resumo

Embora a idéia dominante de fórmula curricular estipule uma determinada produção do tempo e espaço nas escolas, voltada para a normalização, controle e docilidade dos corpos, esta é estilhaçada em sua recepção pelos alunos praticantes, sujeitos que correspondem de forma desacomodada o pensar e o fazer que o currículo enseja palmo a palmo. A pulverização apontada dos ditames e imposições do aparato escolar oficial é percebida nas práticas cotidianas dos protagonistas das escolas. Seus modos e maneiras de viver as realidades educacionais apontam formidáveis criações de suas próprias imagens, redes de afetos e leituras do mundo, bem como os indícios que externam do que escrevem e inscrevem de seus próprios mundos. A partir de três fotografias selecionadas, discorremos sobre a energia criadora que configura o que denominamos currículo líquido. Na perspectiva deste trabalho, um permanente e imprescindível fluxo de ações, encontros e acontecimentos que geram os sentidos da escola pública contemporânea, a despeito do que as políticas que a regulam pretendam reduzi-la.

 

 

 
 
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