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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

As práticasteóricas de professoras das escolas públicas ou sobre imagens em pesquisas com o cotidiano

Carlos Eduardo Ferraço

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Resumo

Trata-se de colocar em discussão a idéia de currículo como redes de saberes, fazeres e poderes, tecidas e compartilhadas pelos sujeitos que praticam os cotidianos das escolas, a partir da realização de uma pesquisa negociada com os educadores e alunos de uma instituição pública do Município de Vitória, ES. No trabalho realizado, empenhamos-nos em assumir a potência dos usos que os sujeitos das escolas fazem das propostas oficiais, imprimindo outras marcas nessas propostas, a partir do envolvimento de diferentes pessoas, sentimentos, narrativas, lembranças, imagens, textos, lugares e objetos que não se deixam aprisionar nem prever em um texto escrito. De fato, temos em conta que somente com a vivência nos/dos/com os cotidianos das escolas é possível assumir a dimensão de complexidade do conhecimento e, por efeito, da educação. Ou seja, quando nos envolvemos com o cotidiano das escolas, encontramos dificuldades em responder “quando”, “como” e “com quem” acontece, por exemplo, o planejamento, a avaliação, a aprendizagem, o ensino, o currículo, entre outras questões. De fato, se nos situamos em meio às redes cotidianas das escolas, e junto aos seus sujeitos, a resposta para essas questões é uma só: acontece tudo ao mesmo tempo e com todos.

 

 

 
 
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