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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

A educação num contexto de hegemonia ideológica neoliberal

Manuel António Ferreira da Silva

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Resumo

Uma das características da modernidade, sobretudo aquela que temos oportunidade de testemunhar, se Bauman (1999) estiver certo, é a “ambivalência”. No campo educativo, à imagem do campo social de que faz parte, essa característica ainda se faz sentir com maior acuidade, dada a natureza familiar de que se reveste e que a sociologia desde cedo constatou. Quando a “ambivalência” se transforma em cacofonia, deixamos de ter capacidade de comunicar. Por outro lado, quando comunicamos apenas ao nível das ‘estruturas de superfície’, corremos sérios riscos de estabelecer falsos consensos, induzindo práticas diferentes com base em teorias semelhantes. O primeiro objectivo do presente texto é contribuir para a explicitação de alguns dos principais tópicos em uso no campo educativo ou que com ele se relacionam, para que não continuem a ter uma utilização indiscriminada e até selvagem. Discutir se a formação constitui a “questão social” do tempo presente é a primeira questão que nos ocupa, concluindo que talvez seja a educação a usufruir desse estatuto. De seguida, tentamos discutir as relações entre educação e formação, no sentido de contribuir para a formalização conceptual dos dois tópicos. Por ultimo, tentamos contribuir para o que designámos por articulação entre os sistemas de formação e de educação, procurando evidenciar alguns dos princípios que devem orientar esse trabalho.

 

 

 
 
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