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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

A política de raça e gênero da reforma curricular contemporânea nos Estados Unidos

William Pinar

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Resumo

Na medida em que a organização e a cultura da escola estão vinculadas à economia e a um “pensamento de negócios”, a escola e o campo do currículo nos Estados Unidos têm se deslocado para diferentes caminhos nos últimos trinta anos. No método autobiográfico (o método do currere) tenho elaborado, ao retornar ao passado (a “regressão”) e imaginar o futuro (a “progressão”), o que deve ser entendido (o “analítico”) para o self, a fim de este tornar-se “desenvolvido” (em oposição ao “mínimo”, no esquema de Lasch) e complicado, então, finalmente, mobilizado (no momento “sintético”). Tal seqüência autobiográfica de nós mesmos, como indivíduos e como educadores, deveria nos tornar capazes de acordar do pesadelo em que estamos vivendo no presente. Para nos ajudar a entender o pesadelo presente, invoco a noção psicanalítica de “ação retardada” (Nachtraglichkeit), um termo de Freud (1918 [1955]), empregado para explicar como a experiência traumática é retardada – e, acrescentaria, deslocada – dentro de outras esferas subjetivas e sociais, onde freqüentemente não é mais prontamente reconhecida (ver Lukacher, 1986). Defendo que o “trauma” da Guerra Fria na década de 1950 e da decisão da Suprema Corte, em 1954, nos Estados Unidos, de terminar com a segregação nas escolas públicas (associadas com a primazia dos estudantes nas lutas pelos direitos civis na década de 1960) foi “deslocado e retardado” na educação pública.

 

 

 
 
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