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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

O Investigador Libertino e a Infância como Indeterminado: a escrita científica enquanto ethos inventivo em duas propostas de autorreflexão e desterritorialização do sujeito escolar

Tomás Vallera e Tiago Almeida

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Resumo

Este artigo encena um diálogo metodológico entre dois projetos de investigação em curso: O investigador libertino – A pesquisa como exercício de exteriorização do pensamento e de transformação da vida e Educação da infância como rito de iniciação – Essência, método e arquétipo. Com base no princípio de que a conversa sobre o conteúdo de uma pesquisa é inseparável da reflexão sobre a construção do seu objeto, e de que é no encontro com o outro que se descentraliza, amplifica e relança o pensamento para lugares antes impensáveis, propõe-se o cotejo de dois trajetos de investigação que, de modos distintos mas através de conceitos comuns (incapturável ou indeterminado; agenciamento e devir), defendem a uma só voz a escrita científica na área das Humanidades como possibilidade de aceder a um ethos inventivo, de exercer a autorreflexão e de deslocar o investigador em relação à sua condição de sujeito escolar. O libertino e a criança cumprem, aqui, a função de espelhar o lugar vulnerável e potente do investigador, figura que oscila entre um dispositivo que o captura e determina e um espaço indeterminado onde se experimenta a possibilidade de articular o que a escola historicamente separa: o estar-a-ser e o estar-a-fazer, a vida e o pensamento.

 

 

 
 
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