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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

A Grande Travessia: textos académicos para gente do risco e do movimento ousado

António Henriques

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Resumo

Este texto sugere que o investigador em ciências humanas não existe sem o escritor. A investigação está ligada à prática da escrita e o escritor é o executante da linguagem. Contudo, a linguagem precede-o e não existe um estado em que o investigador possa separar-se da linguagem. Essa consciência obriga a pôr em causa a alegada neutralidade de uma escrita científica ou académica. Na companhia de Maurice Blanchot, Michel Foucault e Roland Barthes, imagina-se o investigador às voltas com a investigação, cujos resultados não podem deixar de refletir, também, um trabalho da escrita e uma ocupação com a linguagem. Supõe-se que o investigador centrado no arquivo, interessado no método e absorvido pelo estilo, vive uma obsessão na procura pelo texto. O texto é a apropriação de todo o caminho da pesquisa.

 

 

 
 
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