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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

Espiralidades: arte, vida e presença na pequena infância

Marina Marcondes Machado

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Resumo

Este artigo quer propor novos termos para a Educação Estética na primeira infância: aproximando vida e arte e tendo como ponto de partida a fenomenologia de Maurice Merleau-Ponty (1990a, 1990b), a autora repensa as linguagens artísticas como âmbitos artístico-existenciais: teatralidades, corporalidades, espacialidades e musicalidades. Esta nova visada e vocabulário conversam com a Estética Relacional de Bourriaud (2009), autor que define arte como experimentação estética compartilhada. Os estudos da autora aproximam fenomenologia, infância e arte contemporânea para assim, por meio também de sua experiência com crianças como professora artista, desenhar uma Abordagem Espiral para a iniciação estética nos primeiros anos de vida. Neste caminho, o adulto condutor de processos criativos desprende-se dos conteúdos próprios e específicos de cada linguagem artística para absorver um currículo em artes cujo mote é existencial e híbrido. A autora argumenta que esta maneira de trabalhar é bastante próxima da criança pequena e de suas brincadeiras, produções, narrativas e expressividade: a criança é um ser total e seus modos de ser e estar se apresentam repletos de polimorfismo e onirismo, e sua leitura do mundo é não representacional.

 

 

 
 
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