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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

Uma Leitura sobre a Política de Avaliação e a Abordagem da Obra de Arte como Entrelugar Mediatório de uma Intervenção Discursiva

Maria Cristina Rezende de Campos

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Resumo

Neste ensaio tenciono provocar uma reflexão sobre o descentramento do sujeito, enquanto agente de uma política compreendida como produção discursiva. Proponho ensaiar movimentos de escape, nas fissuras de um exterior constitutivo de crise da qualidade da educação, tendo como referência as cadeias de equivalência abordadas na teoria do discurso. Convido o leitor à fruição estética sobre a forma fluida e irregular do horizonte da política de avaliação, por intermédio da análise de indicadores de qualidade, apresentando como metodologia o entrelugar mediatório da obra de arte, como intervenção discursiva em diálogo com a pesquisa teórico-bibliográfica e documental. Concluo argumentando que a política de avaliação da Rede Municipal de Educação de Niterói, apurada por seus indicadores de qualidade locais, tem se apresentado como uma superfície disjuntiva, engendrada no terreno do indecidível e do imprevisível de cadeias de equivalência, formadas em territórios de disputas – uma prática articulatória discursiva que se dá na lógica da negociação e da enunciação.

 

 

 
 
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