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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

Políticas Regulatórias, Subjetividade e os Entraves à Democracia na Escola Pública Brasileira: contribuições à pesquisa curricular

Sanny S. da Rosa

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Resumo

Este ensaio discute os efeitos das políticas regulatórias de educação na organização do trabalho escolar e na construção de novas subjetividades profissionais. Explora os mecanismos de controle e poder da Nova Gestão Pública que, articulados a certos traços conservadores e autoritários de nossa sociedade, configuram o modo peculiar com que professores e gestores têm lidado com esse paradigma de gestão pedagógica e curricular na escola pública brasileira. As questões debatidas neste texto têm origem em pesquisas realizadas em uma rede municipal de ensino do ABC Paulista, cujas características se configuram como microcosmo do tema estudado. Argumenta-se que o espírito competitivo das práticas gerencialistas tende a potencializar os históricos entraves ao princípio da gestão democrática da educação instituído na Constituição Federal de 1988. Não obstante, em meio ao mal-estar provocado pelas contradições desse modelo mas também aos registros de muitos avanços conquistados na educação, é possível vislumbrar espaços de resistência. Considerar esses elementos nas pesquisas curriculares pode ampliar a visão sobre os desafios deste campo frente à mais recente onda conservadora que paira hoje sobre a educação brasileira.

 

 

 
 
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