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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

Padrão-Política: fincando prioridade e propriedade no terreno educacional

Rita de Cassia Prazeres Frangella

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Resumo

Este artigo objetiva discutir a perspectiva de padronização/estandardização que se observa nas políticas públicas curriculares contemporâneas, argumentando que elas se erigem como padrões – utilizando como metáfora os marcos do Descobrimento utilizados pela Coroa Portuguesa em sua expansão ultramarina. Estabelecer a relação entre os padrões históricos e a tomada da política como padrão alude a uma perspectiva de homogeneização. Problematiza-se a defesa da ideia de que é possível a definição de marcos precisos para delimitar o que é, para que serve e o que contém o currículo, na definição do que é política-padrão. Nessa linha argumentativa, conhecimentos padrão são definidos com precisão na valoração dos conhecimentos científicos, que tem seguido um percurso também de polarização entre ciência e cultura. Defende-se política curricular como política cultural e, a partir de diálogos com aportes pós-coloniais e pós-fundacionais, do conhecimento como estereótipo e fetiche.

 

 

 
 
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