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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

Estética da Experiência de Educar Contra o Conservadorismo

Janete Magalhães Carvalho

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Resumo

Este artigo busca, por uma estética da experiência de educar e trabalhando com imagens, problematizar o conservadorismo político em suas implicações para a educação no Brasil atual. Entende o conservadorismo como uma força reativa, em acordo com uma postura individualista favorável ao “ideário colonial-capitalista” (Rolnik, 2016). Considera os cotidianos escolares como campos micropolíticos, atravessados pelo plano de organização das macropolíticas, como espaços-tempos que, pelos encontros dos corpos como coletivos, podem potencializar abertura para fissuras no status quo. Pesquisa, associando à problematização textual, imagens capturadas na Internet em site de humor político (charges) e estabelece, em encontros grupais, redes de conversações. Conclui que, nas dobras entre imagens-textos-conversações, os agentes fizeram problematizações e quebraram alguns clichês, como também foram capturados por imagens- moral, já que as ideias veiculadas pelas imagens participam de histórias e de memórias que as precedem. São vivas e, assim, não se constituem como figuras, pois envolvem também um mundo que se mostrou, nesse caso, como o das aprendizagens e do coletivo.

 

 

 
 
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