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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

Mulheres Negras e Culturas Tradicionais: memória e resistência

Janja Araújo

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Resumo

O presente artigo busca posicionar as mulheres negras no contexto dos fazeres tradicionais-corporais de matrizes africanas no Brasil, tomando como aporte as ações das mulheres capoeiristas a partir do início do século XX, que podem ser incorporadas ao legado dos movimentos sociais tendo em vista o combate ao racismo e sexismo. Igualmente importante se faz entendermos a própria capoeira como um movimento social que tem atuado no enfrentamento às expressões de violência, dinamizando, nas corporeidades negras, aspectos de formação comunitária capazes de transitar e orientar novas reflexões sobre outros fazeres políticos e suas formas organizativas. Ao tomar a organização dessas capoeiristas como maltas feministas, reafirma-se que estas se impõem dentro do cenário complexo da capoeiragem atual, a partir das tensões interseccionais de raça, gênero, classe social e sexualidade, dentre outros marcadores de desigualdades.

 

 

 
 
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