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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

Políticas Curriculares em Portugal: fronteiras e tensões entre prescrição, autonomia e flexibilidade

Adriana Cavalcanti dos Santos e Carlinda Leite

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Resumo

O artigo se materializa no intercruzamento discursivo de responsáveis de Agrupamentos de Escolas em Portugal, ao refletirem sobre a medida política em curso neste país que suporta o Projeto do Autonomia e Flexibilidade Curricular. Esta política, que reconhece a escola como espaço de inclusão e equidade social, e por isso responsável pela aprendizagem de todos os alunos, legitima o poder de decisão curricular das instituições escolares e reconhece os professores como agentes reconfiguradores do currículo prescrito em nível nacional. A análise dos dados nos permite inferir fronteiras e tensões provocadas pelas necessárias mudanças e inovações das concepções e práticas curriculares com base nos princípios de autonomia e flexibilidade. Neste movimentum de contextualização do currículo prescrito pelo governo central, tradicionalmente imposto às escolas, ocorrem constrangimentos e sentimentos de incertezas políticas, aliados ao entendimento do currículo como projeto de escola.

 

 

 
 
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