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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

Currículos como Corpos Coletivos

Janete Magalhães Carvalho, Sandra Kretli da Silva e Tania Mara Zanotti Guerra Frizzera Delboni

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Resumo

Este artigo problematiza as relações de poder que, macro e micropoliticamente, atuam nos corpos coletivos potencializando uma vida em composição com forças heterogêneas no plano de imanência dos cotidianos escolares. Argumenta os lugares, os espaços e a ordem institucional que tomam corpo e possibilitam a constituição de coletivos articulados como políticas ativas. Dialoga com Deleuze, Guattari, Foucault, Agambem, Pelbart como intercessores teóricos, e a abordagem metodológica utilizada são as redes de conversações derivadas de encontros com professores de uma escola de educação infantil. Apresenta uma cartografia dos devires-afetivos de corpos coletivos que potencializam a vida em composição com forças heterogêneas no plano de imanência dos cotidianos escolares. Aposta num currículo como processo de conversação e ação complexa como forma de afetar e ser afetado na produção de cooperação para o trabalho coletivo. Conclui que, no desejo social da coletividade definida como um corpo político, se inscreve a perspectiva de currículo como composição de corpos engendrados por forças e fluxos conectados com a produção de subjetividades inventivas que escapam e vazam do controle.

 

 

 
 
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