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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

As Versões da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o Papel das Tecnologias Digitais: conhecimento da técnica versus compreensão dos sentidos

Bruna Damiana Heinsfeld e Maria Paula Rossi Nascentes da Silva

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Resumo

No contexto da era da informação e das tecnologias digitais, no qual tais tecnologias atuam como mediadoras entre pesquisa, estudos, socialização, lazer, consumo, entre tantas outras atividades cotidianas, faz-se necessário debater sobre os desafios lançados para a educação. Considerando os debates atuais acerca da temática do currículo, em especial da implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no Brasil, este estudo tem como objeto a inserção das tecnologias digitais nas propostas curriculares e seu objetivo analisar a forma como papel da tecnologia parece ser interpretado. Para tanto, opta-se por um comparativo entre a segunda e a terceira versões do documento da BNCC, sendo a segunda versão disponibilizada após consulta pública e, a terceira, a versão final instituída pelo governo, tendo como inspiração teórico-metodológica a Análise Crítica do Discurso (FAIRCLOUGH, 1989, 1995, 2008). Conclui-se que, embora haja elementos que apontem para uma preocupação com a incorporação das tecnologias digitais nas práticas pedagógicas, ainda há um favorecimento da visão ferramental dessas tecnologias, em detrimento da compreensão de seu status de artefato sociocultural.

 

 

 
 
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