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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

Política de Fronteira: o Pronatec como espaço de disputa entre o público e o privado

Romir de Oliveira Rodrigues

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Resumo

O objetivo deste artigo é analisar o papel hegemônico desempenhado pelos Sistemas Nacionais de Ensino – Sistema S – nas diferentes fases da implantação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego – Pronatec –, em especial na execução, e os limites originados por este protagonismo no atendimento das classes populares e no alcance do Programa. Trata-se de uma pesquisa predominantemente documental e que articula elementos qualitativos e quantitativos na sua realização. O Pronatec é compreendido como uma estratégia implantada pelo governo brasileiro para atender as demandas do sistema do capital, com influência dos Organismos Internacionais e fundamentada na formação de capital humano. A promoção da oferta de qualificação profissional pelo Pronatec visou atenuar as diferenças sociais por meio do acesso à educação e do aumento da empregabilidade, individualizando a disputa pela inserção no mercado de trabalho. Destaca-se o fato do Sistema S ter sido agente central na construção e execução do Programa, pois sua estrutura particular foi tomada como referência para a definição da forma de oferta e formato dos cursos, tendo concentrado a maior parte dos recursos financeiros.

 

 

 
 
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