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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

Conteúdo-rastro: um lance no jogo da linguagem do campo curricular

Carmen Teresa Gabriel

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Resumo

Este texto tem por objetivo recolocar no jogo da linguagem o significante ‘conteúdo escolar’ como porta de entrada para a discussão sobre as lutas pela significação da interface currículo-conhecimento em nossa contemporaneidade. Em diálogo com as abordagens pós-fundacionais, em particular com as contribuições da Teoria do Discurso de Ernesto Laclau e do pensamento desconstrucionista de Jacques Derrida opero com o termo ‘conteúdo’ como uma categoria ontológica, destacando a sua função discursiva no campo da significação da diferença. Do lugar de herdeira do pensamento moderno iluminista e a partir da exploração da potencialidade heurística da noção derridiana de “rastro”, argumento sobre a possibilidade de uma outra interpretação para o significante ‘conteúdo escolar’ como saída teórica para continuarmos operando com esse termo na produção de leituras políticas do campo sem reafirmar lógicas binárias e dicotômicas que alimentam a metafísica da presença.

 

 

 
 
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