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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

O conhecimento escolar em disputa: vozes discentes sobre uma “Escola Sem Partido”

Luís Paulo Cruz Borges

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Resumo

O objetivo do presente texto é investigar como o conhecimento escolar, central no jogo político da atualidade, contribui para a reimaginação da cultura e da própria escola. É importante salientar que escola e currículo devem ser compreendidos neste trabalho como produtores de diferenças e que o conceito de diferença é requerido como permanente mote de produção de subjetividades nos processos de enunciação da ação cultural (Bhabha, 2007). No primeiro momento serão analisados os discursos sobre o movimento que pauta o Projeto de Lei Escola Sem Partido (ESP); para isso, o conceito de conhecimento escolar tensionado entre as teorias críticas e pós-críticas será levado em consideração. No segundo momento, será tomada como ponto de partida a ideia de que o movimento exprime significação única no que diz respeito à produção de conhecimento presente no âmbito escolar; argumenta-se que ao se buscar neutralidade há um esvaziamento de sentidos e significados da educação. No terceiro tópico, as vozes discentes serão levadas em consideração para se chegar a uma compreensão e colocar sob rasura a proposta de uma “escola sem partido”. À guisa de conclusão, assume-se que a reimaginação do conhecimento, e da própria escola, pode ser encarada como uma política de produção curricular que ocorre, também, nas vozes dissonantes presentes no cotidiano escolar.

 

 

 
 
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