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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

Trajetória da educação farmacêutica e o lugar da deontologia e ética na formação humanista: uma discussão curricular

Lêda Glicério Mendonça, Francisco Romão Ferreira e Lúcia Rodriguez de La Rocque

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Resumo

A partir da criação do SUS houve a necessidade de se modificar a formação do farmacêutico para um perfil generalista, crítico, reflexivo e humanista para atender a sociedade no seu direito fundamental de integralidade à saúde. Esta adequação ainda é difícil, pois o perfil especialista e tecnicista, prevalente por mais de cem anos, acaba por relegar as disciplinas humanísticas ao segundo plano. Por isso, este artigo tem por objetivo apontar o pouco destaque que as disciplinas obrigatórias do núcleo das Ciências Humanas, em especial a Deontologia, têm na construção curricular. Para contextualização foi feito um levantamento histórico que sugere que demandas econômicas influenciaram nas políticas públicas curriculares que definem o perfil do egresso. Em adição, um levantamento de artigos relativos ao ensino de Deontologia Farmacêutica mostra que poucos se preocupam em refletir sobre o tema. Paralelamente, um levantamento das matrizes curriculares dos cursos de Farmácia do estado do Rio de Janeiro, disponíveis na internet, demonstra que o espaço a ela reservado é pequeno, irregular e as ementas são heterogêneas. Os fatos levantados podem explicar a resistência em mudar, pela pouca familiaridade que o farmacêutico ainda tem com as Ciências Humanas.

 

 

 
 
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