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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

A ciranda do currículo com gênero, poder e resistência

Marlucy Alves Paraíso

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Resumo

Este artigo usa fragmento de pesquisas por mim realizadas no campo curricular, sobretudo da discussão do Projeto ideologia de gênero com um grupo de professoras da escola básica, para analisar a ciranda existente em torno do currículo, gênero, poder e resistência e para explorar a possibilidade de operar no campo do currículo com uma noção de resistência como força que mobiliza e cria possíveis. O artigo analisa as estratégias de poder usadas por grupos reacionários do Brasil para controlar os currículos e proibir a discussão de gênero e sexualidade na escola. O argumento desenvolvido é o de que tais estratégias são postas em ação, por um lado, para tentar governar os/as diferentes que não aceitam mais ser subordinados ao velho princípio da identidade universal, e, por outro lado, para fazer o ódio às diferenças de gênero e sexualidade se alastrarem pelo social de diferentes modos. Isso, por sua vez, demanda de nós uma resistência que seja inventiva, estratégica e com diferentes focos, sem nos desviarmos, em nenhum momento, das práticas de afirmação da vida.

 

 

 
 
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