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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

Temática Indígena na Escola: potencialidades do currículo para o enfrentamento da colonialidade

Ivanildo Amaro de Araujo

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Resumo

A modernidade, forjada como um processo de dominação política, econômica e ideológica e, como tal, representou e ainda representa a busca desenfreada pela hegemonia do poder mundial, desconsiderando saberes outros que se opõem à padronização, aos enquadres do pensamento cartesiano. Na educação e, mais especificamente, na escola, os currículos funcionam como artefatos que apontam para conhecimentos sedimentados, fechados, quadrados, cartesianos, considerados como universais e inabaláveis. De forma ambígua, podem servir para a emancipação e para a desconstrução de preconceitos e estereótipos, principalmente, relativos aos povos indígenas. Este texto pretende problematizar os processos que envolvem a concretização da Lei 11645/2008 no cotidiano da escola, a partir de uma análise do currículo de uma rede municipal de educação na Baixada Fluminense, para identificar como a temática é contemplada e de que forma se apresenta como potente para descontruir pensamentos e conhecimentos hegemônicos. Apresentamos, também, alguns dados que emergem do cotidiano escolar a partir das práticas pedagógicas de professoras do primeiro segmento da educação fundamental. Ademais, pretende-se indicar algumas sugestões de como o trabalho docente pode ser organizado com vistas a atingir os objetivos previstos na lei.

 

 

 
 
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