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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

Letramento Eletrolúdico como Conscientização: bases teóricas para educar o jogar

Rafael Marques de Albuquerque

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Resumo

Este artigo propõe uma forma de interpretar o conceito de letramento eletrolúdico, sendo este a consequência de uma educação eletrolúdica, e esta, parte de uma proposta mais ampla de mídia-educação. Esta proposta considera que as pesquisas e discussões sobre as possíveis consequências de jogar jogos digitais, como por exemplo aprender através dos erros, aumento da atenção, ou aumento e agressividade, devem ser problematizadas no espaço escolar. Educação eletrolúdica deve, ainda, envolver os jogos digitais que os jogadores-educandos jogam de fato, para possibilitar que eles desenvolvam um processo ativo de jogar consciente, em que eles sejam preparados para ter uma prática mais proveitosa no contexto de seu entretenimento. Utilizando contribuições de Paulo Freire para a concepção do educando e do currículo, esta proposta conceitual objetiva inspirar futuras pesquisas empíricas em diversos contextos escolares que possam preparar o jogador-educando para mudar sua prática de jogar digital de acordo com sua vontade e de forma consciente. Considera-se que os jogos digitais exigem uma abordagem pedagógica própria que seja uma ponte entre os estudos sobre os efeitos do jogar digital e o jogador-educando, permitindo que ele se torne um agente das consequências do próprio jogar.

 

 

 
 
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