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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

Três Crianças a Compor um Plano para o Currículo

Antonio Carlos Amorim

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Resumo

Neste artigo, discute-se e problematiza-se a centralidade do conceito de enunciação na teorização do campo de estudos curriculares brasileiros, como indicado numa pesquisa em rede internacional coordenada por William Pinar. Destacam-se correlações transversais entre esse conceito com perspectivas que advogam para a área de educação seu status discursivo e estilístico de ciência, em detrimento de sua qualificação como estética artística e filosófica. Tendo como inspiração a criança, ao mesmo tempo imagem e palavra que pulsam em alguns tipos de literatura e do cinema, apresentam-se sugestões de planos de composição para o currículo que tenham a arte como referência, agindo criticamente em favor do trabalho do campo de teorias curriculares com os conceitos da filosofia da diferença de Gilles Deleuze. Para tanto, as imagens da criança são a companhia para estendermos linhas que dêem à enunciação alguns importantes deslocamentos para pensarmos teoricamente o currículo.

 

 

 
 
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