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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

Nossos Alunos Estão Vendo Muita TV? A formação de professores de Ciências e a “bioforia” midiática das células-tronco

Daniela Ripoll

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Resumo

O objetivo deste artigo é discutir e problematizar, a partir dos Estudos Culturais e dos Estudos de Mídia, alguns “purismos” relativos à formação de professores de Ciências e Biologia. Utilizando como fio condutor a construção discursiva das células-tronco nas/pelas revistas e jornais de grande circulação nacional (Veja e Isto É; Folha de S. Paulo) entre os anos de 2007 e 2009, argumenta-se que não se trata de trabalhar contra a mídia no que diz respeito à formação de professores, mas com ela, já que a mídia é uma instância pedagógica importante na contemporaneidade. Amparada no conceito de “pedagogia cultural”, proposto e desenvolvido por Giroux e McLaren (1995), assume-se que existe pedagogia em qualquer lugar em que o conhecimento é produzido. Tal conceito, em certa medida, tem orientado a realização de muitos trabalhos no campo dos Estudos Culturais em Educação, bem como tem servido para expressar que se está considerando existirem outras pedagogias, pedagogias diferentes da acepção mais tradicional – pedagogias, neste caso, insistentemente praticadas pelos meios de comunicação e voltadas para a produção de esperanças e sonhos de uma vida melhor, mais longa, mais próspera (“bioforias”, de acordo com Van Dijck, 1998).

 

 

 
 
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