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Currículo sem Fronteiras
 
   
 Revista para uma educação crítica e emancipatória   ISSN 1645-1384

Ética e Estética da Existência: por um currículo “estranho”

Janete Magalhães Carvalho e Tânia Mara Zanotti Guerra Frizzera Delboni

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Resumo

Aborda a temática do coengendramento do currículo vivido e concebido no cotidiano escolar em sua relação, tanto com processos de normalização, sujeição, assim como com processos de produção de movimentos de existência éticos e estéticos que envolvem o cuidado de si e do outro. Utiliza, como intercessores teóricos, Foucault (1985, 1995, 2006) e Larrosa (1994, 1998), buscando problematizar, no currículo escolar, a ética e a estética da existência no processo de produção de subjetividade, ou seja, o modo como o indivíduo se constitui a si mesmo como sujeito de suas próprias ações e em sua relação com o outro. Utiliza, como aporte metodológico, a perspectiva genealógica, tomando as conversações como uma tática da discursividade local. Acompanha os fluxos das conversações com professores e equipe técnico-administrativa de uma escola de ensino fundamental. Toma como questões que atravessam essas redes de conversações: como dar visibilidade às forças que produzem o estranhamento de si e do outro? Como é pensada a questão da “diferença”? Em relação a quê, a quem? Conclui pela presença, nas conversações, de potencialidades do coengendramento de uma estética da existência, de um currículo que busque não excluir o “estranho” e se faça “estranho” na superação da normalização e da exclusão.

 

 

 
 
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